1 | O Sistema Europeu de C. N. tem como característica fundamental: | |
A – O produto ser obtido somando-se os VA de cada unidade produtiva. | ||
B – Permitir que a CN forneça informações sobre o diagnóstico de uma economia. | ||
C – Permitir que a CN forneça informações para planificação de uma economia. | ||
D – O apuramento de grandezas macro económicas. | ||
2 | Sector institucional é um conjunto de unidades institucionais que se caracterizam por: | |
A - Terem capacidade de decisão autónoma no exercício da sua função principal. | ||
B – Produzirem o mesmo produto. | ||
C – Pertencerem ao mesmo ramo de actividade. | ||
D – Pertencerem exclusivamente a residentes. | ||
3 | Produção de bens e serviços comercializáveis e não financeiros e a troca de bens, capitais e serviços são respectivamente função de: | |
A – Sociedades e Administração Pública. | ||
B – Administração pública e resto do mundo. | ||
C – Sociedades e Resto do Mundo | ||
D – Instituições Financeiras e Resto do Mundo. | ||
4 | Remuneração de factores produtivos; Juros; Receitas de venda são recursos de: | |
A – Resto do Mundo, Instituições Financeiras e Sociedades. | ||
B - Instituições Financeiras, Famílias e Administração Pública | ||
C – Sociedades, Administração Pública e Famílias. | ||
D - Famílias, Instituições Financeiras e Sociedades. | ||
5 | Para que um emigrante seja considerado residente em Portugal é necessário que: | |
A – Seja natural de Portugal. | ||
B – Viva no país há mais de um ano. | ||
C – Tenha um trabalho remunerado m Portugal. | ||
D – Em Portugal os estrangeiros, por lei, nunca podem ser considerados residentes. | ||
6 | Proprietários de imóveis em outro país que não o seu são: | |
A – Considerados residentes nesse país para todos os actos económicos. | ||
B – Considerados residentes nesse país para todas as operações como proprietários | ||
C - Como proprietários estão sujeitos à legislação do seu país de origem. | ||
D – Nenhuma das hipóteses é aplicável à situação. | ||
7 | O critério de residência para a CN baseia-se em: | |
A - Nascimento. | ||
B - Realização de operações económicas durante um ano ou mais. | ||
C - Naturalização. | ||
D - Realização de trabalho remunerado. | ||
8 | Unidade de produção homogénea é sinónimo de: | |
A – Centro de decisão. | ||
B – Empresa. | ||
C – Unidade de produção. | ||
D – Fábrica, que apenas fabrica um só produto. | ||
9 | Produtos são bens: | |
A – Materiais. | ||
B – Imateriais. | ||
C – Com características semelhantes. | ||
D – Sucedâneos. | ||
10 | Um ramo de actividade, por definição, é constituído por unidades: | |
A – De produção homogénea que produzem o mesmo bem. | ||
B – Institucionais. | ||
C – Residentes numa dada região. | ||
D – Com recursos idênticos. | ||
11 | Valor acrescentado de uma empresa é o: | |
A – Valor da produção da empresa. | ||
B – Volume de negócios. | ||
C – Valor correspondente à contribuição de uma empresa para o produto. | ||
D – Valor das vendas. | ||
12 | O valor produto com base na riqueza distribuída é calculado segundo a óptica de: | |
A – Produto. | ||
B – Despesa. | ||
C – Rendimento. | ||
D – Qualquer uma delas. | ||
13 | O problema da múltipla contagem resulta de: | |
A – Erro de cálculo. | ||
B – Acto económicos não contabilizados. | ||
C – Só se considerar o valor das produções de bens finais. | ||
D - Não se efectuar a dedução do valor dos consumos intermédios. | ||
14 | O método do valor acrescentado considera: | |
A – O valor da produção de todas as empresas num país. | ||
B – Apenas o valor crido pelas empresas produtoras de bens de produção. | ||
C - Apenas o valor crido pelas empresas produtoras de produtos finais. | ||
D – O valor das vendas menos o valor dos consumos intermédios. | ||
15 | O método dos produtos finais considera: | |
A – O valor da produção de todas as empresas num país. | ||
B – Apenas o valor criado pelas empresas produtoras de bens de produção. | ||
C - Apenas o valor criado pelas empresas produtoras de produtos finais. | ||
D – O valor das vendas menos o valor dos consumos intermédios. | ||
16 | O valor das amortizações obtém-se: | |
A – Somando o produto líquido ao produto bruto. | ||
B – Subtraindo o produto líquido ao produto bruto. | ||
C – Somando o produto bruto ao produto líquido. | ||
B – Subtraindo o produto bruto ao produto líquido. | ||
17 | O conceito de território identifica-se com o produto: | |
A – Líquido. | ||
B – Bruto. | ||
C – Interno. | ||
D – Nacional. | ||
18 | O preço de venda dos bens no mercado identifica-se com: | |
A – PB pm | ||
B – PL pm | ||
C – PB cf | ||
D – Pl cf | ||
19 | O produto a preços de mercado obtém-se a partir do produto a custo de factores: | |
A – Adicionando os impostos e deduzindo as amortizações. | ||
B – Adicionando os impostos e deduzindo os rendimentos recebidos do Resto do Mundo. | ||
C – Adicionando as amortizações e deduzindo os impostos. | ||
D – Adicionando os impostos e deduzindo os subsídios à produção. | ||
20 | A inflação é responsável por o valor do PIB: | |
A – A preços correntes ser superior ao seu valor a preços constantes. | ||
B – A preços correntes ser inferior ao seu valor a preços constantes. | ||
C - A preços correntes ser igual ao seu valor a preços constantes. | ||
D – Ser sempre crescente. | ||
21 | Deflacionar valores significa: | |
A – Valorizar os bens a preços correntes. | ||
B – Determinar a taxa de variação anual do produto. | ||
C – Calcular o produto a preços de mercado. | ||
D – Valorizar os bens a preços constantes. | ||
22 | PNBpm é igual a PIBpm: | |
A - Mais o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
B - Menos o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
C – Mais impostos indirectos, menos subsídios à produção. | ||
D – Menos amortizações. | ||
23 | PNBcf é igual ao PNBpm | |
A - Mais o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
B - Menos o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
C - Menos impostos indirectos, mais subsídios à produção. | ||
D - Menos amortizações. | ||
24 | PNBpm é igual a PNL pm | |
A - Mais o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
B - Menos o saldo dos rendimentos do resto do mundo. | ||
C – Mais impostos indirectos, menos subsídios à produção. | ||
D – Mais amortizações. | ||
25 | O VA de uma empresa alemã a laborar em Portugal regista-se em: | |
A – PIB português e PNB alemão. | ||
B - PNB português e PIB alemão. | ||
C - PIB português e PNB português. | ||
D - PIB alemão e PNB alemão. | ||
26 | Lucros dos proprietários de uma empresa belga residentes nesse país, estando a empresa instalada em Portugal regista-se em. | |
A – PIB português e PNB belga. | ||
B - PNB português e PIB belga. | ||
C - PIB português e PNB português. | ||
D - PIB belga e PNB belga. | ||
27 | VA criado pela sucursal de uma empresa portuguesa em Espanha regista-se em: | |
A - PIB português e PNB espanhol. | ||
B - PNB português e PIB espanhol. | ||
C - PIB português e PNB português. | ||
D - PIB espanhol e PNB português. | ||
28 | Os salários dos ucranianos em Portugal são registados no PNB português: | |
A – Se residirem em Portugal há mais de um ano. | ||
B – Em qualquer situação. | ||
C – São sempre registados no PNB ucraniano. | ||
D - Se residirem em Portugal há menos de um ano. | ||
29 | A riqueza criada noutros países por investimentos de residentes em Portugal é registada no PNB português: | |
A – Na totalidade do rendimento. | ||
B – Nunca. É registada no PNB do outro país. | ||
C – Na parcela que os residentes em Portugal aqui recebem. | ||
D – E também no PIB português. | ||
30 | O Excedente Bruto de Produção ou Remuneração de Capital engloba: | |
A – Os rendimentos da empresa e propriedade. | ||
B – As remunerações de trabalho e os rendimentos da empresa e propriedade. | ||
C – O rendimento disponível. | ||
D – A FBCF e a variação de existências. | ||
31 | Na óptica do Rendimento os impostos directos pagos pelas empresas estão englobados: | |
A – No EBP. | ||
B – Nos impostos líquidos de subsídios. | ||
C – Nas remunerações de trabalho. | ||
D – No consumo de capital fixo. | ||
32 | Para cálculo do Rendimento Disponível: | |
A – Adicionam-se os impostos directos e as contribuições e deduzem-se as transferências. | ||
B – Deduzem-se os impostos directos e as contribuições e adicionam-se as transferências. | ||
C - Deduzem-se os impostos directos e as contribuições e deduzem-se as transferências | ||
D - Adicionam-se os impostos directos e as contribuições e adicionam-se as transferências | ||
33 | Transferências internas são: | |
A – Rendimentos que as famílias entregam ao Estado sob a forma de subsídios. | ||
B – Sinónimo de impostos. | ||
C – Sinónimo de Contribuição. | ||
D – Despesas efectuadas com a utilização de bens fornecidos pelo Estado. | ||
34 | A FBC engloba: | |
A – O consumo. | ||
B – A FBCF. | ||
C – A FBCF e a variação de existências. | ||
D – A procura interna. | ||
35 | O Rendimento Disponível é utilizado em: | |
A – Consumo e Investimento. | ||
B – Poupança. | ||
C – Consumo e Entesouramento. | ||
D – Consumo e Poupança. | ||
36 | As transferências não são registadas directamente no PIB porque: | |
A – É difícil a sua contabilização. | ||
B – Para evitar contabilização dupla, pois são utilizadas em consumo e/ou investimento. | ||
C – Não correspondem a registos contabilísticos. | ||
D – As despesas do Estado não são contabilizadas para o cálculo do PIB. | ||
37 | As despesas relacionadas com recolha do lixo, serviços gratuitos de educação, defesa são: | |
A – Investimento privado. | ||
B – Consumo privado. | ||
C – Investimento público. | ||
D – Consumo Público. | ||
38 | A Procura Interna é igual a: | |
A – Consumo Privado + Consumo Público + Investimento. | ||
B - Consumo Público + Investimento. | ||
C - Consumo Privado + Consumo Público | ||
D - Consumo Privado + Consumo Público + Investimento + Exportações. | ||
39 | A Procura Global é igual a: | |
A – Consumo Privado + Consumo Público + Investimento. | ||
B - Consumo Público + Investimento. | ||
C - Consumo Privado + Consumo Público | ||
D - Consumo Privado + Consumo Público + Investimento + Exportações. | ||
40 | As importações deduzem-se para o cálculo da Despesa Interna porque: | |
A – Correspondem a uma saída de divisas. | ||
B – Correspondem a uma entrada de bens. | ||
C – Não se efectuam despesas com a produção dentro do país. | ||
D – Mas adicionam-se para calcular a Despesa Nacional. |
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
CONTABILIDADE NACIONAL – RESPOSTA MÚLTIPLA
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
TRABALHO A REALIZAR EM ECONOMIA A – 12º 5ª (2007/2008)
OBJECTIVO: “ Entender a informação que nos chega e
reflectir sobre o mundo que nos cerca” Manual adoptado.
TEMAS PROPOSTOS - cada grupo escolhe UM tema dos DOZE apresentados, ou pode sugerir outro dentro do programa:
Análise quantitativa da evolução, nos últimos dez anos em Portugal, de:
A – PIB. B – Despesa Interna
C – Balança Comercial. D – Balança Corrente.
E - Turismo. F – Consumo Privado.
G – Exportações. H – Importações.
Trabalhos a realizar segundo plano concebido pelo grupo.
I – Importância da Contabilidade Nacional.
J – A economia paralela.
K - Limitações da Contabilidade Nacional.
L – Razões do Comércio Externo.
Dos temas apresentados cada grupo indicará TRÊS por ordem de preferência.
Caso mais que dois grupos escolham o mesmo tema o critério de desempate será a média das classificações dos seus elementos no 1º período.
DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
O trabalho tem duas componentes: a escrita e a oral.
· Cada grupo apresentará oralmente o trabalho durante, no máximo, 30m.
· Na apresentação oral participarão OBRIGATORIAMENTE todos os elementos.
· A classificação final resultará da classificação da parte oral e escrita.
NOTA: a apresentação em vídeo, ou outro audiovisual, não substitui a intervenção presencial de cada aluno.
CALENDARIZAÇÃO:
Escolha do tema e indicação dos elementos do grupo – até 14/01.
2. Entrega do esquema do trabalho. – até 11/02
Aula para trabalho em grupo – semana 10/03
Entrega – até 10/04.
Devolução dos trabalhos aos grupos escritos classificados – até 29/04
Apresentação à turma – durante os meses de Maio e Junho.
Nota: Os trabalhos apresentados que não sigam estas orientações serão considerados de apresentação facultativa e também serão classificados, mas não substituem este.
Ao devolver o trabalho a professora indicará a cada grupo a data de apresentação oral.
12º5ª ECONOMIA A – GRUPO nº ___ TEMA: _____________________________
Aluno nº ________ Aluno nº _______ Aluno nº _______ Aluno nº ________
Temas escolhidos ________________ _________________ ________________

reflectir sobre o mundo que nos cerca” Manual adoptado.
TEMAS PROPOSTOS - cada grupo escolhe UM tema dos DOZE apresentados, ou pode sugerir outro dentro do programa:
Análise quantitativa da evolução, nos últimos dez anos em Portugal, de:
A – PIB. B – Despesa Interna
C – Balança Comercial. D – Balança Corrente.
E - Turismo. F – Consumo Privado.
G – Exportações. H – Importações.
Trabalhos a realizar segundo plano concebido pelo grupo.
I – Importância da Contabilidade Nacional.
J – A economia paralela.
K - Limitações da Contabilidade Nacional.
L – Razões do Comércio Externo.
Dos temas apresentados cada grupo indicará TRÊS por ordem de preferência.
Caso mais que dois grupos escolham o mesmo tema o critério de desempate será a média das classificações dos seus elementos no 1º período.
DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
O trabalho tem duas componentes: a escrita e a oral.
· Cada grupo apresentará oralmente o trabalho durante, no máximo, 30m.
· Na apresentação oral participarão OBRIGATORIAMENTE todos os elementos.
· A classificação final resultará da classificação da parte oral e escrita.
NOTA: a apresentação em vídeo, ou outro audiovisual, não substitui a intervenção presencial de cada aluno.
CALENDARIZAÇÃO:
Escolha do tema e indicação dos elementos do grupo – até 14/01.
2. Entrega do esquema do trabalho. – até 11/02
Aula para trabalho em grupo – semana 10/03
Entrega – até 10/04.
Devolução dos trabalhos aos grupos escritos classificados – até 29/04
Apresentação à turma – durante os meses de Maio e Junho.
Nota: Os trabalhos apresentados que não sigam estas orientações serão considerados de apresentação facultativa e também serão classificados, mas não substituem este.
Ao devolver o trabalho a professora indicará a cada grupo a data de apresentação oral.
12º5ª ECONOMIA A – GRUPO nº ___ TEMA: _____________________________
Aluno nº ________ Aluno nº _______ Aluno nº _______ Aluno nº ________
Temas escolhidos ________________ _________________ ________________

COMENTÁRIOS: ___________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Classificação proposta pelo grupo ao trabalho realizado:
Parte escrita ______________Parte oral ____________________ FINAL: ______________
CLASSIFICAÇÃO DA PROFESSORA:
Parte escrita ______________Parte oral ____________________ FINAL: _____________
COMENTÁRIO:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Classificação proposta pelo grupo ao trabalho realizado:
Parte escrita ______________Parte oral ____________________ FINAL: ______________
CLASSIFICAÇÃO DA PROFESSORA:
Parte escrita ______________Parte oral ____________________ FINAL: _____________
COMENTÁRIO:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
NECESSIDADE E A DIVERSIDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
6.1 NECESSIDADE e a DIVERSIDADE de RELAÇÕES INTERNACIONAIS
· Trocar bens, serviços e capitais com os outros países é uma prática constante e indispensável à satisfação das necessidades das populações.
Comércio Interno e Comércio Externo
· Comércio interno, quando os agentes económicos intervenientes pertencem ao mesmo país;
· Comércio externo, quando os agentes económicos intervenientes pertencem a países diferentes.
Comércio Externo e Comércio Internacional
«Todas as manhãs, os grãos do café que bebo vêm dos planaltos da América Central ou da Abissínia, o meu sumo de fruta foi extraído de toranjas da Florida ou de Israel. As minhas camisas de algodão indiano foram manufacturadas na Formosa ou em Macau. Ouço as notícias no meu transístor japonês. Em cada uma das minhas refeições, ao mesmo tempo que reservo o meu copo à França, convido a América Latina, a Ásia e a África para o meu prato.» Edgar Morin (adaptado).
· Resto do Mundo agente económico constituído pelo conjunto das economias com as quais um país tem relações de troca.
· Comércio internacional – comércio entre países em geral.
· Comércio externo – comércio de um país com outros.
Troca de Bens, Serviços e Capitais
Os recursos naturais, humanos e tecnológicos estão desigualmente distribuídos. Cada país tem os seus recursos próprios que permitiu a especialização.
Para além da troca de bens:
o É possível adquirir ou vender serviços, como o turismo, .
o Pode investir-se no estrangeiro,
o receber remessas que os nossos emigrantes nos enviam do país onde estão a trabalhar ou, pelo contrário, enviar remessas dos imigrantes que trabalham no nosso país para os seus países de origem;
o É possível receber fundos provenientes da União Europeia, etc.
.
Entre um país e o Resto do Mundo estabelecem-se pois relações económicas diversificadas : - de mercadorias,
- de serviços e
- de capitais.
A Divisão Internacional do Trabalho
“Em cada país, os indivíduos especializam-se e regiões inteiras especializam-se.
A troca de bens e de serviços entre diferentes países permitiu que este princípio da divisão do trabalho se alargasse à escala internacional. O comércio externo teve origem na necessidade de os diferentes países trocarem os seus produtos por outros que não conseguem produzir por si próprios ou que só conseguem produzir a custos muito elevados. Os exemplos mais evidentes são as trocas de mercadorias entre a Europa e as regiões tropicais”. Stanlake, G Frederik, Introdução à Economia
Cada país, ou até região, considerando:
· O seu clima,
· Os seus recursos naturais;
· A sua população.
Especializa-se em determinadas produções ou prestações de serviços a preços mais baixos em termos absolutos e/ou em termos relativos
A divisão do trabalho entre países com tipos de recursos diferentes origina desigualdades nas trocas, beneficiando os países mais industrializados.
Os países mais desenvolvidos ganham mais nas trocas porque:
· exportam bens tecnologicamente mais exigentes e, portanto, mais caros,
por bens produzidos nos países mais atrasados:
· produzidos à base de recursos naturais, de mão-de-obra menos especializada e de menor transformação tecnológica.
É a DIT que tem sustentado a divisão da produção mundial entre países.
RAZÕES das TROCAS INTERNACIONAIS
• Vantagens absolutas e comparativas
Um país deverá especializar-se na produção de bens para os quais tem mais vantagens, trocando-os por outros que não produz tão facilmente.
• Divisão internacional do trabalho
Os países especializam-se na produção dos bens para os quais têm vantagens , Assim, os países mais desenvolvidos deverão produzir bens tecnologicamente mais sofisticados, à base de capital, enquanto os países mais atrasados deverão produzir bens à base de mão-de-obra. As trocas resultarão desta complementaridade na produção.
• Estratégia de crescimento económico
Ao produzirem-se bens, de acordo com as vantagens de cada país, estes aumentarão a sua produção, o seu rendimento e o seu bem-estar. O comércio aparece, pois, como uma estratégia de crescimento.
• Globalização
O alargamento das relações económicas entre os países que é, hoje, fruto do desenvolvimento das comunicações, é um factor incompatível com o isolamento comercial.
Conclui-se, portanto, que:
• o comércio entre os povos tem por base a necessidade de consumir outros bens que não são produzidos internamente;
• as trocas entre os países são de natureza diversa, abrangendo mercadorias, serviços e capitais.
“ O solo a pluviosidade, o clima, a flora e a fauna são elementos determinantes para a existência de trocas internacionais. Os europeus e os norte americanos, se dependessem do clima e do seu solo não consumiam produtos tropicais, como o cacau ou o café. Cerca de 80% da produção mundial de cacau, espécie originária das florestas equatoriais da América do Sul, concentra-se nos países dessa região e de África nomeadamente Gana, Nigéria, Costa do Marfim, Camarões, Brasil, Bolívia e Equador”.Rossetti, Introdução à Economia
“ As reservas de petróleo estão fortemente concentradas: aproximadamente 85% do consumo mundial são supridos pelo petróleo bruto do Médio Oriente, do Norte de África, dos países do Sudoeste da Comunidade de Estados Independentes, do centro dos EUA, do Canadá, do mar do Norte e da Venezuela. A Europa Ocidental, produtora de carvão, é dependente de petróleo. Igual dependência afecta o Japão e os Tigres Asiáticos. Rossetti, Introdução à Economia
· Trocar bens, serviços e capitais com os outros países é uma prática constante e indispensável à satisfação das necessidades das populações.
Comércio Interno e Comércio Externo
· Comércio interno, quando os agentes económicos intervenientes pertencem ao mesmo país;
· Comércio externo, quando os agentes económicos intervenientes pertencem a países diferentes.
Comércio Externo e Comércio Internacional
«Todas as manhãs, os grãos do café que bebo vêm dos planaltos da América Central ou da Abissínia, o meu sumo de fruta foi extraído de toranjas da Florida ou de Israel. As minhas camisas de algodão indiano foram manufacturadas na Formosa ou em Macau. Ouço as notícias no meu transístor japonês. Em cada uma das minhas refeições, ao mesmo tempo que reservo o meu copo à França, convido a América Latina, a Ásia e a África para o meu prato.» Edgar Morin (adaptado).
· Resto do Mundo agente económico constituído pelo conjunto das economias com as quais um país tem relações de troca.
· Comércio internacional – comércio entre países em geral.
· Comércio externo – comércio de um país com outros.
Troca de Bens, Serviços e Capitais
Os recursos naturais, humanos e tecnológicos estão desigualmente distribuídos. Cada país tem os seus recursos próprios que permitiu a especialização.
Para além da troca de bens:
o É possível adquirir ou vender serviços, como o turismo, .
o Pode investir-se no estrangeiro,
o receber remessas que os nossos emigrantes nos enviam do país onde estão a trabalhar ou, pelo contrário, enviar remessas dos imigrantes que trabalham no nosso país para os seus países de origem;
o É possível receber fundos provenientes da União Europeia, etc.
.
Entre um país e o Resto do Mundo estabelecem-se pois relações económicas diversificadas : - de mercadorias,
- de serviços e
- de capitais.
A Divisão Internacional do Trabalho
“Em cada país, os indivíduos especializam-se e regiões inteiras especializam-se.
A troca de bens e de serviços entre diferentes países permitiu que este princípio da divisão do trabalho se alargasse à escala internacional. O comércio externo teve origem na necessidade de os diferentes países trocarem os seus produtos por outros que não conseguem produzir por si próprios ou que só conseguem produzir a custos muito elevados. Os exemplos mais evidentes são as trocas de mercadorias entre a Europa e as regiões tropicais”. Stanlake, G Frederik, Introdução à Economia
Cada país, ou até região, considerando:
· O seu clima,
· Os seus recursos naturais;
· A sua população.
Especializa-se em determinadas produções ou prestações de serviços a preços mais baixos em termos absolutos e/ou em termos relativos
A divisão do trabalho entre países com tipos de recursos diferentes origina desigualdades nas trocas, beneficiando os países mais industrializados.
Os países mais desenvolvidos ganham mais nas trocas porque:
· exportam bens tecnologicamente mais exigentes e, portanto, mais caros,
por bens produzidos nos países mais atrasados:
· produzidos à base de recursos naturais, de mão-de-obra menos especializada e de menor transformação tecnológica.
É a DIT que tem sustentado a divisão da produção mundial entre países.
RAZÕES das TROCAS INTERNACIONAIS
• Vantagens absolutas e comparativas
Um país deverá especializar-se na produção de bens para os quais tem mais vantagens, trocando-os por outros que não produz tão facilmente.
• Divisão internacional do trabalho
Os países especializam-se na produção dos bens para os quais têm vantagens , Assim, os países mais desenvolvidos deverão produzir bens tecnologicamente mais sofisticados, à base de capital, enquanto os países mais atrasados deverão produzir bens à base de mão-de-obra. As trocas resultarão desta complementaridade na produção.
• Estratégia de crescimento económico
Ao produzirem-se bens, de acordo com as vantagens de cada país, estes aumentarão a sua produção, o seu rendimento e o seu bem-estar. O comércio aparece, pois, como uma estratégia de crescimento.
• Globalização
O alargamento das relações económicas entre os países que é, hoje, fruto do desenvolvimento das comunicações, é um factor incompatível com o isolamento comercial.
Conclui-se, portanto, que:
• o comércio entre os povos tem por base a necessidade de consumir outros bens que não são produzidos internamente;
• as trocas entre os países são de natureza diversa, abrangendo mercadorias, serviços e capitais.
“ O solo a pluviosidade, o clima, a flora e a fauna são elementos determinantes para a existência de trocas internacionais. Os europeus e os norte americanos, se dependessem do clima e do seu solo não consumiam produtos tropicais, como o cacau ou o café. Cerca de 80% da produção mundial de cacau, espécie originária das florestas equatoriais da América do Sul, concentra-se nos países dessa região e de África nomeadamente Gana, Nigéria, Costa do Marfim, Camarões, Brasil, Bolívia e Equador”.Rossetti, Introdução à Economia
“ As reservas de petróleo estão fortemente concentradas: aproximadamente 85% do consumo mundial são supridos pelo petróleo bruto do Médio Oriente, do Norte de África, dos países do Sudoeste da Comunidade de Estados Independentes, do centro dos EUA, do Canadá, do mar do Norte e da Venezuela. A Europa Ocidental, produtora de carvão, é dependente de petróleo. Igual dependência afecta o Japão e os Tigres Asiáticos. Rossetti, Introdução à Economia
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
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